Um pastor competente, quem o achará?

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O trabalho pastoral não é difícil. Tenho que anunciar uma mensagem que não é minha, utilizar uma palavra que não é minha e apresentar uma vontade que não é minha. Quando anuncio o Evangelho, que é de Deus, eu sei que o ministério de Jesus é o exemplo a ser seguido. Quando utilizo a Palavra, que é de Deus, eu sei que não preciso “inventar moda”. Quando invoco o poder, que é de Deus, eu sei que a minha vontade não precisa ser publicada.

 

O trabalho pastoral não é difícil. Basta conhecer os principais fundamentos da missão. Parece simples demais? Mas é mesmo! Vejamos: enquanto pastor, eu devo conduzir homens e mulheres aos pastos verdejantes e às águas límpidas e tranqüilas, para que lá saciem a fome e matem a sede. Eu conduzo, mas Deus dá o pasto e a água.

 

Mas então, por que ainda erramos? Afinal, se o trabalho é tão simples, por que temos a sensação de que poderia ter sido melhor? Eis a resposta: muitas vezes saio do trivial em busca de emoções pautadas pela minha própria vontade, e as minhas idiossincrasias passam a ser vistas como “sonhos de Deus”. Agir assim é um passo para a incompetência=