CIBI Portugal completa 12 anos

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A CIBI portuguesa tem apenas doze anos, a completar. Mas já tem a sua tradição. Pensando bem, tradição não é uma palavra perigosa. O perigo da tradição é a manutenção de coisas que se fazem sem saber a razão. A tradição poderá incluir a manutenção de valores morais, doutrinários, espirituais e missiológicos que são insubstituíveis.

 

As estratégias, os métodos e os programas ou a maneira de fazer as coisas podem ser adaptadas ao tempo e às circunstâncias. Enquanto isso, atradição mantém as raízes da planta que cresce. Este seria o lado interessante da tradição. A CIBI é, antes de mais nada, uma agência missionária. É uma organização porque as leis exigem que assim o seja. Mas a CIBI é mais que uma organização, é uma agência missionária facilitadora. Não é uma agência financiadora. Há quem tenha confundido os termos, no passado. A CIBI foi criada pelas igrejas para ser uma agência missionária facilitadora. Se olharmos com objectividade para o que ela tem feito nestes doze anos, verificamos que ela continua a ser uma agência missionária facilitadora. Diríamos, graças a Deus que ela não perdeu a motivação da sua criação. Que Deus a preserve. Missões e Reino de Deus não são palavras sinónimas. Mas estão interligadas. Missões, Reino de Deus e igreja, não são palavras sinónimas, mas estão interligadas. Missões, Reino de Deus, igreja e salvação em Cristo, não são palavras sinónimas, mas estão interligadas. Neste contexto, a CIBI continua a ser uma serva de Deus com o objectivo de fazer missões, propagar o Reino, colaborar com as igrejas no seu avanço missionário para que Portugal e o mundo conheçam a salvação em Cristo. Se isso é tradição, diria: bendita tradição.