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Esste espaço é para divulgação de idéias e dos trabalhos dos Profissionais Cristãos, membros das nossas igrejas batistas Independentes, nas mais diversas áreas: pisicólogos, medicina, controladoria, contadores, administradores, economistas, nutricionistas, Pedegogos, militares, enfim, aqui é o lugar para conhecer o que pensamos sobre os mais diversos assuntos.
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Escrito por Maristela Nicaretta
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Seg, 03 de Agosto de 2009 11:05 |
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Análise da personalidade intrigante da mulher Sírio-Fenícia - Mateus 15:21-28 – A mulher sírio-fenícia moveu o coração de Deus, isso é maravilhoso nela. Ela tinha segurança quanto a sua identidade, seu foco era ter a sua filha curada e ser chamada de cachorra não a fez desviar do seu objetivo, pelo contrário ela se adaptou ao papel que Jesus lhe atribuiu, incorporou o papel de cachorra e de novo fez o seu pedido a Jesus quanto a ter a cura de sua filha. Se ser chamada de cachorra liberaria sua benção, ela aceitaria. Ela foi criativa, falou no mesmo nível de Jesus estava lhe falando, mesmo que para isso significaria ser rebaixada. Ela não o contestou, pois se o contestasse desviaria o foco da cura de sua filha. Antes ela interpretou o papel e encontrou uma saída dentro desse papal para receber o seu milagre. Ela tinha segurança quanto ao seu valor, era intrigante, não teve uma postura defensiva, pois se assim o fizesse ela levantaria uma barreira com o dono da sua benção e lhe impediria a realização do seu milagre. Ela não foi só persistente, mas submissa total. Em nenhum momento ela questionou ou ficou indignada com o fato de Jesus por tê-la chamada de cachorra, antes ela incorporou a identificação tomou parte dela, usou a ilustração de Jesus para tomar parte da benção. Ela foi submissa porque ocupou o lugar que ele a pôs, assumiu a posição inferior sem contestar. Assim, quanto mais assumimos uma posição de humilhação perante o Rei, mais Ele cresce e mais libera poder sobre nós.
Maristela Nicaretta é psicóloga e membro da IBI Cascavel, PR
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Escrito por Rita de Cássia Teixeira da Silva
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Ter, 21 de Julho de 2009 18:32 |
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Quando li a coluna do profissional cristão no site da CIBI, percebi uma janela sendo aberta para esclarecimentos e possibilidades de troca de informações importantes. Acredito neste espaço e quero aproveitar para falar de um assunto que hoje tem sido observado principalmente nas escolas, mas que ainda, em muitos casos, não é tratado com o cuidado que deveria. O assunto a seguir foi o tema de meu trabalho de conclusão de curso de psicologia. O tema proposto é TDAH
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Última atualização em Ter, 21 de Julho de 2009 19:07 |
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Escrito por Marcone Hahan de Souza
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Qua, 08 de Julho de 2009 00:02 |
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"Dai a Cézar o que é de Cézar, e a Deus o que é de Deus." Mt 22.20 - O texto bíblico acima é muito conhecido e no meio dos cristãos há quase uma unanimidade de que àqueles que querem seguir fielmente às Escrituras Sagradas devem “Dar a Cézar o que é de Cézar”, ou seja, pagar os seus tributos.Observa-se que esta ordenança bíblica deve ser aplicada a todas as pessoas, quer sejam pessoas físicas (naturais) ou jurídicas (empresas, entidades, igrejas, etc.).
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Escrito por Marcone Hahan de Souza
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Ter, 07 de Julho de 2009 23:25 |
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“...um homem que tendo que viajar, reuniu os seus servos e lhes confiou seus bens [...] muito tempo depois, o senhor daqueles servos voltou e pediu-lhes contas” Mt. 25:14 e 19.
Quando lidamos com dinheiro que não é nosso, precisamos prestar contas do valor a nós confiado. Na Igreja não é diferente: os bens da Igreja, ofertas, dízimos e outras contribuições não são do tesoureiro, pastor ou presidente. Logo, deve haver a prestação de contas. |
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Escrito por Maristela Nicaretta
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Sex, 03 de Julho de 2009 14:10 |
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Embora parece novo, o conceito de inconsciente, na verdade já é antigo. O que acontece é que Freud deu um novo nome ao que Jesus chamou de “trevas”. Tanto Jesus, quanto Freud, disseram que a tendência da natureza humana era a sexualidade. Jesus nomeou de “carne” os instintos básicos e Freud nomeou de “id”. Jesus coloca Deus no centro do homem, este deve fazer a vontade de Dele e isso implica em que o nosso desejo esteja em conformidade com os desejos Dele.
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