
Prezado Promotor de Missões, divulgue os eventos que acontecem na sua igreja no Jornal Luz nas Trevas e no Portal CIBI. Escreva para webmaster@cibi.org.br e conte como foi a programação em sua igreja. Importante: As fotos devem ser publicadas no álbum da igreja - sistema picasaweb
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Pr. Edeval de Campos Jr. Secretário de Missões
Primeiro Vice-Predidente da CIBI e pastor na IBF Patriarca em São Paulo- SP
Membros da Secretaria de Missões
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Pr. Eliézer de Souza
Ex-Presidente da CIBIPAR, Mestre em Missões. Pastor da Igreja Batista Independente de Cascavel-Pr |
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Pr. Samuel Targino
É pastor da Igreja Batista Filadelfia de Indaiatuba. |
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Pr. Ramath Linhares Pastor da Igreja Batista Batista Pedra Viva em Paulínia, SP |
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Pr. Valdemi de Lima |
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Pr. Marcos Elias
Pastor da Igreja Evangélica Betel de Porto Alegre. |
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Pr. Paulo Felipe
Foi Missionário da CIBI em Lima, no Peru, Atualmente é pastor da IBI Jd. São Paulo, em Sorocaba-SP |
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Héber de Oliveira
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Cura Interior - Adap. Pr. Elton Batista de Melo
Algo que ainda não sarou, uma ferida não cicatrizada, a falta de perdão. Isto tem cura. Cura Interior, nos faz compreender a necessidade da libertação completa e a restauração de nossos sentimentos. Experimente! Curso Grátis, no ambiente de Educação à Distância do Instituto dinâmico - e faça o curso que vai mudar a sua vida! - O código de acesso ao curso é: MCI161200
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| A igreja local e missões |
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| Escrito por Edeval Campos Jr. |
| Ter, 12 de Maio de 2009 20:25 |
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Quando falamos em missões, normalmente associamos além dos missionários e e lugares longínquos.. Em segundo planos pensamos nas agências missionários, secretarias de missões enfim estruturas denominacionais e interdenominacionais. A igreja local muitas vezes é lembrada ou entra nesta história apenas quando se fala sobre recursos, dinheiro, etc... Neste artigo abordo aspectos que envolvem a orientação bíblica sobre missões e a igreja e compartilhar a experiência que temos tido como igreja envolvida em missões e finalmente algumas sugestões práticas sobre como envolver a sua igreja neste projeto fascinante que é a obra missionária.
1- Atos – Nosso grande referencial - Não se pode pensar em missões sem transpirarmos o livro de Atos dos apóstolos. Ela narra os “atos“ pós Jesus Cristo. Trata-se da prática daquilo que foi ensinado por ele e agora posto em prática. O tema central deste livro é Evangelização e missões. A grande comissão já nos coloca diante do desafio do mundo,em Atos isto é reforçado logo no primeiro capítulo no clássico Atos 1.8. O Evangelho seria algo para a Terra de Israel, mas alcançaria também todo o mundo e Jesus contaria com seus discípulos para fazer isto. No livros de Atos vemos que levar Jesus as pessoas que não o conhecem era a Suprema Prioridade. A igreja primitiva cometeu erros, se acomodou em determinado momento,mas nunca deixou de fazer da evangelização a sua maior tarefa. Foi a igreja que enviou missionários para outros locais,foi ela que sustentou,que cuidou,que monitorou. ( Atos 14.27;15.3-4;21.:17-19). Ela foi estabelecendo igreja locais,que por sua vez também iam se expandindo. Precisamos voltar a esse modelo simples em que a igreja volte os seus olhos para esta grande tarefa,muitas vezes estamos tão voltados para as “programações” para os eventos que nos esquecemos do verdadeiro significado de Ser igreja. 2- Envolvendo a Igreja em missões - Muito antes de pensarmos em eventos, seminários, ”workshops”, devemos voltar a nossa atenção ao Pentecostes. Foi a partir dali que a igreja tomou o grande impulso missionário,e se conscientizou de sua tarefa. Martin Lloyd Jones diz que “...o Pentecostes inaugurou a igreja como Corpo de Cristo e que esta igreja deveria ser acrescida de muitos outros membros para compor este corpo” O efeito Pentecoste gerou uma igreja que aprendia, afinal perseveravam na doutrina dos apóstolos. Uma igreja que amava,que era referencial até mesmo diante daqueles que não professavam esta “nova fé”. Uma igreja que evangelizava, todos os dias vidas eram salvas e acrescentadas. Precisamos levar os membros de nossas igrejas a serem discípulos e que tenham esta experiência maravilhosa do Pentecoste em suas vidas,para que ,cheios do Espírito,sejamos uma igreja apaixonada pelas vidas que ainda não conhecem Jesus. 3- Passos Práticos no envolvimento da igreja - A figura chave é o pastor; somos nós pastores! Precisamos ter isto claro em nossos corações. O problema é que muitas vezes nos envolvemos em tantas coisas, alguns abrem e fecham a igreja, quando não, tocam, cantam, pregam, dirigem, cuidam da EBD, e, justificando que não tem ninguém para fazer isto, não conseguem parar para ter uma visão clara do seu papel e o de sua igreja dentro daquela comunidade. Quando começamos nosso ministério colegiado, aqui em São Paulo, tínhamos uma igreja pequena, com pouco mais de 30 membros e 20 freqüentando assiduamente. Financeiramente sem capacidade de sequer pagar suas contas, quanto mais sustentar obreiros locais. Missões, dízimos, então, nem pensar. Através de ministrações, de conscientização, de cura da igreja, passamos a nos envolver cada vez mais na obra missionária, sermos fiéis em nossas contribuições. Deus começou a não apenas nos fazer prosperar materialmente, hoje temos um patrimônio seis vezes maior que tínhamos no início. Deus nos ensinou que missões é a razão de existência de nossa igreja, seja as locais, e estamos com 46 células espalhadas pelo bairros, como as nacionais e internacionais. Já enviamos dois de nossos pastores para missões transculturais e temos acolhido com alegria os projetos e desafios missionários que nos são propostos. Outra figura importante neste processo é envolver o maior número de pessoas que sejam representativas dos mais diferentes segmentos da igreja: mulheres, jovens, adolescentes, crianças, etc... A formação de um Conselho missionário, ligado diretamente ao ministério, unindo todos os departamentos e passando a visão, tem sido benção . Conclusão - Este é um assunto inconcluso por natureza,missões é apaixonante e é a razão de ser de nossas igreja s e de nossa denominação. Vamos nos envolver cada vez mais,experimentar a benção que é ver vidas sendo salvas nos lugares que não podemos ir. Gostaria de sugerir alguns livros que podem ajudar a ampliar a visão sobre missões.
A Secretaria de missões está disponibilizando no Site da Cibi (www.cibi.org.br), Powerpoints e relatórios atualizados dos campos transculturais da Cibi. Use, divulge, ore e contribua com a obra missionária. Para sugestões, informações, críticas, envie um email para: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. Pr. Edeval Campos Junior- Secretario Interino de Missões Transculturais e pastor da IBF Partriarca - SP, maio de 2009.
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| Última atualização em Sex, 15 de Maio de 2009 09:43 |
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A Secretaria de Missões é um órgão da CIBI criado em 1980 com a finalidade de cumprir os propósitos denomina-cionais de expandir o evangelho de Cristo por todo o Brasil e além das fronteiras nacionais, através do envio de homens e mulheres vocacionados, para pregarem o evangelho através da plantação de igrejas, criação de programas sociais de acordo com as necessidades de cada região ou país, bem como investir na formação de lideranças autóctones, por meio de cursos, seminários ou escolas de educação teológica.
A CIBI mantém através da Secretaria de Missões 12 missionários no exterior: Portugal (2); Peru (3); Japão (2); Espanha (2); Índia (1); Israel (2); Norte da África (1), sendo quatro projetos na chamada Janela 10 x 40, além de manter parceria com o Paraguai para projetos comuns. No Brasil a CIBI mantém apoio a 49 missionários, sendo que seis desses projetos são desenvolvidos entre indígenas.
Para a consecução de suas finalidades, a Secretaria de Missões obtém recursos financeiros através dos programas de adoção missionária; através de parcerias com as igrejas associadas ou outras organizações nacionais ou internacionais; através do PLANT (Plano de Adoção) que é um sistema de adoção particular e por igrejas; além das campanhas especiais realizadas a cada semestre nas igrejas (maio e setembro), onde todos os departamentos da igreja participam de forma ativa e criativa na captação de recursos para a obra missionária.