Mitos Missionários
- Detalhes
- Categoria: Sec. Missões
- O mito que a obra missionária está ultrapassada – que já terminou ou que já está cumprida a tarefa.
- O mito do missionário estrangeiro – que missionário é só aquele que vai aos campos estrangeiros.
- O mito do missionário mercenário – que só vai ao campo para receber dinheiro ou ocupar uma posição maior na igreja.
- O mito do estereotipo – que todos tem que ter certas qualidades: ser jovem, casado com até três filhos, sem dívidas, educados, etc.
- O mito do missionário super-espiritual – aquele que é isento das tentações, imperfeições e derrota na batalha espiritual.
- O mito do missionário especializado – que trabalha em um só campo ou ministério e que não tem versatilidade.
- O mito dos famintos espirituais – onde os “pagãos” facilmente e imediatamente se convertem ao chegar o missionário.
- O mito da vida primitiva – que toda obra missionária é realizada no campo primitivo e que não inclui as cidades ou centros urbanos.
- O mito das portas fechadas – que nunca irão se abrir devido à situação política ou religiosa.
- O mito do sacrifício e do sofrimento – que deve sentir pena do missionário e sentir-se culpado porque não está sofrendo o mesmo. Este mito diz que toda obra missionária é de extremo sofrimento e alto sacrifício pessoal.
- O mito dos obreiros que sobram – onde enviamos os obreiros para o campo missionário porque não servem em qualquer outro lugar.
- l.O mito da aventura e emoção –em que o campo missionário é lugar de honra e glória para o missionário.
- m.O mito do despreparo – onde o missionário só precisa de uma chamada mas não necessita de uma preparação. Este mito diz que se Deus chamou a responsabilidade de qualificar o obreiro pertence a ele e, quando ele estiver no campo, Deus mesmo o capacitará.
- O mito do clube dos ianques – que Deus somente chama os norte-americanos para o campo missionário. O Brasil, os países do Terceiro Mundo são campo missionário e não podem enviar.
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O mito do mendigo – que o missionário precisa contar histórias e situações tristes para conseguir mais dinheiro e sustento.
Material extraido da apostila Vida e Caráter do Missionário, elaborada pelo pastor John Hayes - digitalizada pelo Pr. Elton Melo.
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Secretário de Missões Pr. Herbert Rocha Gomes Nogueira |
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Pr. Elton Melo
Presidente da Edtora Batista Independente e webmaster da CIBI Foi missionário em Pato Branco, PR e atualmente é missionáro da CIBI em Vitória, ES |
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Pr. Ramath Linhares Pastor da Igreja Batista Batista Pedra Viva em Paulínia, SP Primeiro Vice Presidente da CIBIESP |
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Pr. Valdemi de Lima Pastor da Primeira Igreja Batista Independente de Uberlândia. Foi missionário na República Centro Africana. |
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Pr. Marcos Elias
Pastor da Igreja Evangélica Betel de Porto Alegre. |
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Pr. Paulo Felipe
Foi Missionário da CIBI em Lima, no Peru, Atualmente é pastor da IBI Jd. São Paulo, em Sorocaba-SP e presidente do STBI de Campinas |
Ilza de Jesus Barbosa
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Caixa Postal 7001 CEP 13076-970 Campinas - SP
Conta Corrente Ofertas de Missões: Banco Bradesco Agência: 046-9
Conta Corrente 449.978-6
A Secretaria de Missões é um órgão da CIBI criado em 1980 com a finalidade de cumprir os propósitos denomina-cionais de expandir o evangelho de Cristo por todo o Brasil e além das fronteiras nacionais, através do envio de homens e mulheres vocacionados, para pregarem o evangelho através da plantação de igrejas, criação de programas sociais de acordo com as necessidades de cada região ou país, bem como investir na formação de lideranças autóctones, por meio de cursos, seminários ou escolas de educação teológica.
A CIBI mantém através da Secretaria de Missões 12 missionários no exterior: Portugal (2); Peru (3); Japão (2); Espanha (2); Índia (1); Israel (2); Norte da África (1), sendo quatro projetos na chamada Janela 10 x 40, além de manter parceria com o Paraguai para projetos comuns. No Brasil a CIBI mantém apoio a 49 missionários, sendo que seis desses projetos são desenvolvidos entre indígenas.
Para a consecução de suas finalidades, a Secretaria de Missões obtém recursos financeiros através dos programas de adoção missionária; através de parcerias com as igrejas associadas ou outras organizações nacionais ou internacionais; através do PLANT (Plano de Adoção) que é um sistema de adoção particular e por igrejas; além das campanhas especiais realizadas a cada semestre nas igrejas (maio e setembro), onde todos os departamentos da igreja participam de forma ativa e criativa na captação de recursos para a obra missionária.










