Memória da CIBI
Diretoria da CIBI 2010-12
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- Categoria: História
Presidente:
Pr. Paulo Antônio Raimundo de Oliveira, pastor da Igreja Batista Independente Jardim América em Goiânia por 10 anos, atualmente pastor da Igreja Batista Independente Areas Octogonais em Brasília.
Primeiro Vice-Presidente:
Pr. Edeval Hamilton de Campos Júnior, pastor da Igreja Batista Filadélfia em Cidade Patriarca/SP.Coordenador da FEPAS.
Segundo Vice Presidente:
Pra.Rosa Maria Valadão, pastora da Igreja Batista Independente em Rio Grande/RS.
Primeiro Secretário:
Pb.Francisco Lima e Silva, presbitero da Igreja Batista Independente Áreas Octogonais em Brasília, presidente da CRIBI-BC.
Segundo Secretário:
Pr. José Thomaz Rodrigues Lima, pastor conferencista da CIBIERGS,foi pastor da Igreja Evengélica Betel de Porto Alegre por 20 anos.
Primeiro Tesoureiro:
Pr.Paulo Vieira Ribeiro, pastor cooperador da Igreja Batista Independente Ubirajara em Sorocaba/SP.
Segundo Tesoureiro:
Pr.José Moisés da Silva, pastor da Igreja Batista Filadélfia em Cidade Patriarca-São Paulo/SP.
Diretores Adjuntos:
- Pr. Pedro Mendes, pastor jubilado da Igreja Batista Filadélfia em Agua Rasa, e presidente emérito da UMBI .
- Pr. José Antônio de Santana Moura, pastor da Igreja Batista Independente Poço em Maceió/AL, presidente da UMBISA.
O que são os batistas?
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- Categoria: História
As Igrejas Batistas formam uma família denominacional protestante e está presente em todos os países do globo. Estima-se que tenha mais de 80 milhões de membros espalhados pelo mundo, sendo mais de 45 milhões nos Estados Unidos e Canadá, e mais de 3 milhões no Brasil.
Orientação: Calvinista ou Arminianos
Liturgia: Reformada ou Pentecostal
Origem: Século XVII - Número de Membros: 80 milhões
Número de Igrejas: 220.000
John Ongman nos EUA, 1873-1890
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- Categoria: História
O pastor Ongman e a Igreja Batista Sueca em St. Paul (EUA), por Shirley Olseen - (trad. Pr. Elton Melo). Em 1839, um bispo católico chegou ao remoto posto militar de Fort Snelling, e com seu companheiro, estabeleceram-se perto do rio Mississippi. Os dois estavam esperando para iniciar uma nova igreja neste local, assim que eles construíram uma cabana e uma capela e chamou o lugar de Saint Paul (São Paulo).
Os Batistas Independentes em Telêmaco Borba - PR
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- Categoria: História

Igreja Batista na vila de Harmonia
Constituída de igrejas que reconhecem a Bíblia como a infalível Palavra de Deus e aceitam como regra de prática cristã o manual “Princípios de Nossa Fé”.

Primeira Tenda - Avenida horácio Klabin - hoje O Boticário - Escola Bíblica Dominical - 1958
A função primária das Igrejas filiadas à CIBI é promover o reino de Deus na terra, começando pelo Brasil visando alcançar cada povo, língua e nação, mediante ações evangelísticas realizadas tanto pela pregação do evangelho como pelo desenvolvimento de programas de ação social e educacional.

Inicio dos cultos - Casa da família Andrade - Primeira Igreja em Harmonia - 1967

Segunda Igreja – Avenida Horácio Klabin Hoje Hotel Madrid – 1961
Outra função da CIBI é promover a fraternidade e a integração entre as igrejas com ela aliança das, o que o faz mediante os órgãos de comunicação e através da realização de encontros de liderança, congressos variados, simpósios, cursos, intercambio, e convenções.
A CIBI Hoje: 65.000 membros 450 Igrejas Presença em quase todos os estados brasileiros Trabalho missionário em sete países
Resumo de nossa História: Missão Örebro: foi organizada em 1892 e faz parte da história missionária como a mais forte das missões suecas. John Ongman é o fundador da Missão Örebro

Batismo
As Igrejas Batistas Independentes no Brasil têm sua origem no trabalho da Missão de Örebro, Suécia, com a chegada do missionário Erik Jansson em 1912. Era a resposta ao veemente apelo de colonos suecos residentes no município de Guarani das Missões, RS.

União Feminina - 1971
Três aspectos caracterizam a Missão de Örebro desde o seu nascimento: 1 - Forte ênfase em missões,sendo este o objetivo principal da cooperação das igrejas que integram o quadro da missão
2 - Aceitação do movimento carismático/pentecostal com incentivo à experiência de “batismo no Espírito Santo”
3 - A abertura para o ministério feminino.Inicialmente eram para o trabalho de evangelistas e missionárias,mas na década de 60 abriu-se para a função pastoral.

Batismo - 1967
A história das Igrejas Batistas Independentes pode ser dividida em quatro fases:• Pioneira - desde a chegada de Erik Jansson e outros missionários suecos que desenvolveram seu trabalho na região de Guarani das Missões (RS) implantando igrejas e escolas; • Evangelização Regional - além dos missionários suecos, Deus começou a vocacionar obreiros nacionais. Neste período, a maioria das cidades maiores do Rio Grande do Sul foram alcançadas;
Missões Nacionais e Além das Fronteiras - com a organização da Convenção das Igrejas Batistas Independentes em 1952, frentes missionárias foram abertas em quase todos os estados da federação. Além disso, o trabalho se expandiu para o Paraguai, Peru e Portugal; • Reestruturação - a partir de 1988 foram organi-zadas as Convenções Regionais. Através delas são atendidas as necessidades de cada região.
Situação AtualEm 10 de janeiro de 1997, a Missão de Örebro fundiu-se com duas outras missões de origem batista e de linha pentecostal: a HF (Helgelsefórbundet - Aliança de Santificação) e a FB (Fribaptisterna - Batista Livre). As duas tinham surgido logo antes da Missão de Örebro. A nova denominação, oriunda desta fusão, chama-se internacionalmente de lnterAct, sendo que o nome na Suécia é Nybygget - Kristen Samverkan (Nova Construção - Cooperação Cristã).

Inauguração da Igreja
VISÃO E ESTRATÉGIA MISSIONÁRIA
A visão missionária é incutida nas crianças desde a Escola Dominical e passa pelos diferentes grupos das igrejas locais. Toda a igreja tem o seu envolvimento em missões e, geralmente, o seu próprio missionário.
Numa necessária adequação à realidade de nossos dias, a InterAct tem trabalhado com a elaboração de uma estratégia missionária, que pode ser resumida nas seguintes palavras:
Visão Holística - a atuação a favor de um evangelho integral onde todas as necessidades do ser humano são vistas, tanto na área espiritual como social, material, física, etc.;
Mudança de Foco - uma mudança de investimentos missionários, tanto de recursos financeiros como de obreiros, diminuindo a participação em campos onde já existe uma forte igreja nacional, e aumentando o envio para as áreas menos evangelizadas, como a Janela 10-40, onde há muitos povos não alcançados.
Globalização - acompanhando as tendências mundiais de aproximação entre os países e as culturas, trabalhando com boa tecnologia, onde é possível, e dando espaço para uma flexibilidade em termos de categoria de missionários.
Isto inclui, por exemplo, uma participação mais ativa dos chamados “fazedores de tenda”, profissionais que vão para um país fechado ao evangelho ou carente de mais obreiros.
Cooperação - num reconhecimento da diversidade do corpo de Cristo e na necessária busca de parceria para alcançar o mundo com o evangelho.

Classe Bereanos - 1974

União Feminina - 1960

Coral da União Feminina - 1984

União Feminina
Declaração de Fé
1. CREMOS na Bíblia como Palavra de Deus, escrita por homens vocacionados e preparados por Deus, os quais sob inspiração do Espírito Santo expressaram a mensagem divina, que pode ser transmitida a povos de qualquer raça e cultura;
2. CREMOS num só Deus Triúno (Pai, Filho e Espírito Santo), criador de todas as coisas, governador do universo, o qual é justo e amoroso para com todos;
3. CREMOS que o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus, mas desobedeceu a Deus, tornando-se pecador, pelo que a imagem de Deus nele foi mutilada;
4. CREMOS que Deus enviou seu Filho Jesus Cristo a este mundo como Salvador, o qual se tornou em corpo físico, semelhante ao homem, morreu na cruz e ressuscitou fisicamente e ordenou aos seus discípulos que pregassem o seu Evangelho a toda criatura. Tendo sido Ele assunto ao céu, à direita de Deus Pai, há de voltar para estabelecimento do reino de Deus e julgamento do mundo;
5. CREMOS que o ser humano só pode ser perdoado e salvo do pecado e de suas conseqüências eternas, crendo na obra expiatória de Jesus Cristo na cruz, mediante o arrependimento por obra do Espírito Santo nele;
6. CREMOS que a salvação é pela graça de Deus, sem méritos da parte do ser humano. Todavia, a salvação pela graça se traduz em obras do bem praticadas pelo cristão;
7. CREMOS que a Igreja, instituída por Jesus Cristo, e composta de pessoas convertidas e batizadas conforme a ordenança do Senhor, tem a tarefa de proclamar as boas novas para a salvação do homem pecador, anunciar e mostrar a prática de justiça entre os homens, denunciando toda sorte de iniqüidade individual e social, assim como toda a sorte de opressão que degrada o homem;
8. CREMOS que o verdadeiro crente recebe a unção do Espírito Santo, que o santifica e capacita com os dons específicos para exercer o serviço divino entre os seres humanos; cremos, também, que o batismo no Espírito Santo é uma experiência definida, sendo uma operação do Espírito distinta da obra de regeneração, e que o crente sabe se o recebeu ou não;
9. CREMOS que a manifestação plena do Reino de Deus só se dará com a intervenção divina pela vinda pessoal de Cristo a este mundo;
10. CREMOS na ressurreição dos mortos e no estado final e eterno dos salvos junto a Deus, e na separação daqueles que obstinadamente permanecerem na prática do mal.

União Feminina


Escola Bíblica Dominical - 1996

Classe Jóias de Cristo - 1988

União Feminina Missionária - 1972

Batismo

Inicio dos Cultos – Casa da Família Andrade Primeira Igreja em Harmonia - 1967

Igreja em Harmonia

Igreja Batista

Grupo Adoração - 1996

Batismo - 1956

Cozinheiras do congresso - 198

Aniversário de 41 anos da Igreja Batista- 1996

Creche Vila Cristina - 1996

União Feminina - 1982

União Feminina - 1975

Escola Dominical - 1965

Mocidade - 1974

Construção do Templo

Preparação do Terreno

Inauguração - 12 de Junho de 1995

Novo Templo - Inauguração - 12 de Junho de 1995
Fonte: http://www.ibib.com.br/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=86
História dos Batistas Independentes no Paraná
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- Categoria: História
TUPINAMBA - 1951
O Norte do Paraná - Tupinamba (Município de astorga) fica a 20 km de Maringá - foi, por muito tempo, denominado de A terra da promissão, dado a abundância dos seus frutos e a fertilidade de seu solo. Do Rio Grande do Sul, especialmente, emigraram pra la muitas dezenas de famílias, colonos do interior, que demandaram novas terras em busca de novos ganhos.
Entre esses se acharam muitas famílias crentes que não desejavam esconder a sua LUZ e por isso resolveram começar um trabalho de evangelização, ali mesmo no sertão.
O INICIO DO TRABALHO - Deu-se com uma visita feita pelo Rev. Alfredo Winderlich, a convite de um grupo de irmãos, em 1951, sendo então, organizada a Igreja, na casa do irmão Leon Ziemermann. Desde então o trabalho tem sido atendido por aquêle missionário, com exceção dos anos de 1952 e 1953, quando o atendeu o Rev. João Sjóberg.
MONTE ALEGRE (TELÊMACO BORBA) - 1954
Foi no ano de 1954 que chegou ao conhecimento de alguns crentes, residentes em Monte Alegre, a existência da Convenção Batista Independente. Desejando conhecer as doutrinas que ensinamos, esses irmãos solicitaram a vinda de um pastor, no que foram atendidos. A primeira visita foi feita pelo Rev. Pedro Falcão, realizando o culto em Lagoas. Antes, porém, os irmãos se reuniam na casa da familía Andrade, onde é considerado o início do trabalho.
INAUGURAÇÃO DO TEMPLO E ORGANIZAÇÃO DA IGREJA - No dia 12 de junho de 1955, os irmãos, com grande alegria, se reuniram para inaugurar a sua casa de Oração, contando com a presença do Rev. Bertil Olausson, do Rio Grande do Sul, representando a Sociedade Missionária e o Rev. Pedro Falcão, de Santa Catarina, como representante da Convenção.
À tarde, o Rev. Pedro Falcão, manifestando a sua grande alegria por ser essa a primeira Igreja Batista Independente a organizar-se no estado do Paraná, juntamente com o Rev. Bertil Olausson, que presidia os trabalhos, declararam organizada a Igreja Batista Independente Betel, de Monte Alegre. Contava, a nova Igreja, com 24 membros, sendo eleito pastor o Rev. Pedro Falcão. OBREIROS - Serviram, como obreiros desta Igreja, os pastores Pedro Falcão, Olavo Berg e o atual (1961) Nils Ervin Persson. A Igreja de Monte Alegre, tem sido batalhadora na obra de evangelização, cooperando ativamente no desenvolvimento e propagação do Evangelho.
Foi grande entusiasta da instalação da filial da Casa Editora Batista Independente, livraria que vem atendendo com eficiência o evangelismo local e as redondezas. A Igreja conta, atualmente, (Junho de 1961) com 97 membros em plena comunhão.
PONTA GROSSA - 1957
O inicio do trabalho do Senhor, em Ponta Grossa, data do ano de 1957, quando o Rev. Pedro Falcão residia na cidade de Monte Alegre e fazia visitas periodicamente a essa cidade.
Naquele tempo, unia congregação de umas 30 pessoas, desejosas de se unirem com a Convenção das Igrejas Batistas Independentes do Brasil, solicitou auxílio à Sociedade Missionaria Batista Independente, a qual enviou, para lá, o missionário Bertil Andersson, com sua família. Imediatamente o Rev.Andersson iniciou seu trabalho, organizando a Igreja no dia 8 de junho de 1957, sendo eleito como seu primeiro pastor.
CONSTRUÇÃO DO TEMPLO - Depois de realizar os cultos, em salão alugado, por algum tempo, a igreja adquiriu num arrabalde, um terreno, onde iniciou a construção do seu templo próprio.
Com a retirada do pastor Andersson, para a Suécia, em gôzo de férias, assumiu o pastorado o Rev. Stig Johansson, o qual, com dedicação e entusiasmo, lançou-se no trabalho, tanto de evangelização como o da construção, possibilitando, em curto tempo, a mudança do trabalho para a sua nova sede, muito embora o prédio não estivesse ainda concluído.
EVANGELIZAÇÃO - No setor de evangelização, a Igreja mantem trabalho na Vila Santa Rita, onde o diácono Pedro Lopes doou um terreno para uma casa. Ali, se realizam cultos duas vezes por semana. Há outros trabalhos na cidade, assim como em Ipiranga, cidade vizinha.
Além desses, há cultos especiais para a Mocidade, ensaios para o côro, sob a direção da espôsa do pastor, além de uma bem freqüentada Escola Dominical. Através das lutas, a Igreja do Senhor marcha para novas vitórias, em nome de Jesus.
NOVO SARANDI - 1958
Para amainar a terra virgem do novo e próspero município de Toledo, no oeste paranaense, chegou do Rio Grande do Sul, em 1953, a família Julio Wengrant, composta de 11 pessoas, fixando residência no lugar denominado Novo Sarandi.
O INICIO DO TRABALHO - O irmão Wengrant logo construiu uma serraria. Quando o irmão Albert Pydd, de Marechal Candido Rondou, ficou sabendo da chegada dos irmãos Wengrant, foi visitá-los, levando, consigo, alguns jovens Realizou-se, assim, o primeiro culto na serraria, seguindo-se logo outros com maior regularidade e organizando-se uma Escola Dominical. Estava iniciado o trabalho naquele novo campo.
ORGANIZACÃO DA IGREJA - Para atender o trabalho, foi convidado o missionário Alfredo Winderlich, de Rolândia que, em janeiro de 1958, organizou a Igreja Batista Filadélfia, de Novo Sarandi, ficando como seu primeiro pastor.
INAUGURAÇÃO DO TEMPLO - Somente alguns dias após à organização da Igreja, tiveram os irmãos outra festa espiritual, com a inauguração do seu próprio Templo. Na ocasião foram também batizados os primeiros 14 convertidos, no novo trabalho do Senhor.
O jovem pastor, Sigvard Driesner, assumiu o pastorado no ano de 1959. Entretanto, em junho de 1960, pediu demissão de seu cargo, como pastor, dedicando-se a outras atividades seculares.
Atualmente, a Igreja mantém trabalho em Maripá e na sede Marechal Candido Rondou. Em cada um desses lugares já construiu o seu próprio templo. Uma pequena orquestra coopera, ativamente, no trabalho da Igreja. Atualmente (Junho de 1961) o número de membros é de 53.
ROLÂNDIA - 1959
O TRABALHO EM ROLÂNDIA - Com a volta dos missionários Winderlich, da Suécia, abriram-se novas portas em Rolândia, onde o casal fixou residência. Ali, um grupo de crentes, com a cooperação financeira dos irmãos de Tupinambá e do Rio Grande do Sul, construíram uma capela, a qual foi inaugurada com grande alegria, no dia 26 de abril de 1959, com a presença do Secretário Geral da Sociedade Missionaria de Örebro, Suécia, Rev. Dr. Joel Boström.
A Igreja de Tupinambá conta, assim, com duas capelas, orquestra e côro misto, duas Escolas Dominicais e uma União de Mocidade. O rol de membros é, atualmente, (junho de 1961) de 43 membros.
NOVA SANTA ROSA - 1960
Até o ano de 1960, a Igreja Batista Filadélfia, de Novo Sarandi, mantinha um ponto de pregação em Nova Sta. Rosa. Mudando-se para lá muitas famílias do Rio Grande do Sul, especialmente da Igreja Zoar, de Tucunduva-RS, achou-se por bem organizar a Igreja naquele lugar. No dia 27 de novembro de 1960, foi festivamente organizada a IGREJA BATISTA INDEPENDENTE, com 69 membros. Estavam presentes os Revs. Olavo Berg, Ernesto Gerstberger e Alfredo Winderlich.
Antes mesmo da sua organização, já a Igreja contava com o seu próprio templo, uma boa orquestra, um côro misto e uma fervorosa mocidade estão cooperando, ativamente, na obra do Senhor. Atualmente, (Junho de 1961) a Igreja conta com mais de 100 membros e está esperançosa de crescer cada vez mais marchando para a frente em nome dAquele que nos confiou a grande tarefa de levar o Evangelho à toda a criatura.
CURITIBA
CURITIBA é a bela e próspera capital parainaense. Nela opera o Evangelho representado por diversas diferentes denominações e outros grupos. Grandes obras de Assistência Social, inclusivo um moderno Hospital Evangélico.
Inicio do trabalho da CIEBIB - A Convenção Batista Idependente, aproveitando a oportunidade que se lhe oferecia, enviou para lá o pastor Noé da Silva que, juntamente com a família do Rev. Olavo Berg, já residente ali, começaram um trabalho novo.
Inicialmente, o trabalho foi realizado na Tenda do irmão Olavo, onde uma série de conferências se seguiu ao culto inaugural. Estiveram presentes os Revs. Stig Johansson, Pedro Falcão, Olavo Berg e Noé da Silva. Naqueles cultos algumas pessoas se renderam a Cristo. Com a volta dos conferencistas aos seus respectivos campos e a chuva constante que começou a cair, a Tenda foi desmontada. Mudança do pastor Noé da Silva - Com a mudança do pastor Noé da Silva, o trabalho foi reíniciado na rua prof. Jorge, Vila Isabel, e posteriormente localizado num salão na rua Guararapes, quase esquina com a prof. Sebastião Paraná. Semanalmente, se realizam cultos e, aos domingos, Escola Dominical.
As despesas do trabalho, inclusive o sustento pastoral, são mantidas pela caixa da CIEBIB, que assim vê concretizado mais um dos seus grandes alvos, e razão de ser: A EVANGELIZAÇÃO DA PÁTRIA, com a contribuição de tôdas as Igrejas cooperantes. Encerrando aqui esta síntese da nossa história, prestamos nossa sincera homenagem à Sociedade Missionária Batista Independente e à Convenção Batista Independente, assim como ao membro fundador e fiél cooperador do trabalho, irmão Bazilio Rodrigues. Graças a Deus pelo seu dom inefável.
Fonte: Extraido do livro “Quem somos... O que fazemos... Em que cremos..." e
Os Batistas Independentes no Rio Grande do Sul
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RAMADa (1905), certamente, constitui-se no mais antigo trabalho das igrejas da CIBI. Seu início data de 1905, quando chegou João Ruiz, pregando o Evangelho. Em 1906, João Nitimberg batizou os irmãos Joaquim Ramão Paz e Manoel Lourenço Paz. A Igreja foi organizada em 8 de abril de 1917, com 25 membrós, tendo trabalhado naquele campo vários obreiros do Senhor. Como justiça, mencionaremos três nomes: Frederico e Guilherme Leiman e Carlos Swesson, sendo este o primeiro missionário da Örebro Missionsfõrening, em 1920. Grande parte da Igreja de Ramada, tem emigrado para outras localidades.
Como a CIBI foi fundada
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- Categoria: História
De 1912, inicio do trabalho Batista Independente no Brasil, até 1952, época da organização oficial da CIBI, a ação missionária em torno da evangelização estava restrita quase que exclusivamente ao Estado do Rio Grande do Sul que contava com umas vinte igrejas organizadas e algumas congregações. Em 1919 e fundada a Convenção Evangélica Batista Sul-Rio Grandense. A finalidade dessa Convenção era de promover em harmonia com a Sociedade Missionária de Örebro, Suécia, os interesses gerais do trabalho evangélico no Rio Grande do Sul, ligar as igrejas Batistas a um trabalho ativo, estimular a prosperidade das igrejas em particular, orientar quanto à fé e a doutrina Batista, dar aconselhamento e orientar quanto à boa comunhão de uma igreja para com a outra.
Apesar de essa Convenção haver existido de fato, não houve uma existência em termos de direito; seus estatutos se prestaram mais às orientações internas. As reuniões eram realizadas anualmente, porém não em caráter deliberativo; seu cunho era eminentemente espiritual-educativo. A tônica desses conclaves constituía-se em estudos bíblicos, cultos de avivamentos e palestras em torno da evangelização. Uma vez que a liderança da Convenção Sul-Rio-Grandense estava maciçamente em mãos dos missionários suecos, justificava-se, assim, o grande interesse por estudos bíblicos. Eles consideravam que a realização de Escolas Bíblicas para os obreiros nacionais era um fator significativo à consolidação do trabalho das igrejas surgidas na fase pioneira.
Com o passar do tempo e o desenrolar das atividades evangelísticas, começa a tomar vulto no meio dos obreiros, o sentimento pela ampliação do trabalho. Os missionários sentem haver chegado o momento de confiar maiores atribuições aos obreiros nacionais. Assim sendo, em 1938, quando da realização do Encontro anual das Igrejas em ljuí-RS, dois pastores natos ocupam pela primeira vez a presidência e a secretaria da Convenção: Astrogildo Marques Pacheco e Francisco da Silva, respectivamente. Nesse ano algumas tentativas são tomadas, visando dar uma maior amplitude á organização não só em termos jurídicos, mas especialmente na reestruturação de seus fins, possibilitando, dessa maneira, maior rendimento e cooperação no trabalho. Infelizmente esses ideais não chegam a se concretizar, e no ano seguinte a liderança volta às mãos dos missionários, os quais, pela graça de Deus, conseguem manter a unidade denominacional.
Disseminar a semente do Evangelho além das fronteiras do Rio Grande do Sul era o desejo dos obreiros nacionais e também dos missionários que viam nas palavras de Jesus: “...sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, Samaria e até aos confins da terra”, a razão áurea de sua missão. Para que esse alvo realmente pudesse ser alcançado, uma coisa necessariamente precisava ser feita: criar um organismo que conjugasse esforços em prol do objetivo.
A despeito de algumas tentativas serem malogradas, os ânimos não se arrefeceram. O ano de 1951 assinala grandes marcos na história denominacional. Alguns pastores, entre eles Pedro Falcão, Noé Valêncio da Silva e Astrogildo Marques Pacheco, este último de saudosa memória, começam a estimular através de correspondências tanto os pastores como as igrejas, à necessidade de se criar uma Convenção ativa. O momento era chegado e as circunstâncias exigiam uma tomada de posição. Foram correspondidos pelos demais colegas que, aquiescendo a seus argumentos, planejam um novo passo rumo à consolidação desse nobre ideal.
Como todas as coisas criadas por Deus obedecem uma ordem natural e o desenrolar dos acontecimentos seguem um plano preestabelecido, assim também cremos que as grandes realizações no campo da igreja não são produtos da casualidade e sim que “para tudo há um tempo determinado”. A terra que até o momento estava árida para a concepção de uma organização de caráter mais amplo, agora transformava-se em terreno fértil. A semente, isto é, o embrião da Convenção Batista Independente iria nascer, crescer e produzir, e isto realmente aconteceu. Não podemos subestimar os fatores que contribuíram para esse crescimento. Primeiro: a visão missionária - tanto os pastores como as igrejas vinham alimentando a idéia de expansão do trabalho e, quando isso acontece, as barreiras são desfeitas. Segundo: as igrejas eram mantidas pela Sociedade Missionária de Örebro, que vinha fazendo algumas restrições financeiras à Sociedade Missionária Sul-Rio-Grandense; se o envio de verbas por parte de Örebro fosse cortado, as igrejas entrariam em um colapso total. Terceiro: Deus estava aprovando o trabalho que todos os seus servos vinham realizando em torno desse objetivo de tal forma, que a mensagem dos pastores em favor da organização da Convenção é aceita unanimemente pela Denominação.
ORGANIZAÇÃO DA CONVENÇÃO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS
BATISTAS INDEPENDENTES DO BRASIL
O ano de 1952 assinala a passagem do 40o.aniversário do trabalho missionário no Brasil. A reunião anual das Igrejas do Rio Grande do Sul realiza-se em ljuí, e essa cidade, por feliz coincidência, também comemora nessa mesma data os seus 40 anos de emancipação. Instalados os trabalhos, o presidente da mesa, eleito para dirigir a reunião, pastor Pedro Falcão, saúda os delegados nestes termos: “Estamos congregados mais uma vez na presença do Senhor porque o Deus a quem servimos é um Deus riquíssimo e requer de nós que tenhamos mais fé. A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros... Vamos, portanto, conjugar as nossas forças nesta tarefa gloriosa que é de Deus e Ele fará a sua parte...”
Entre as muitas coisas boas que aconteceram nessa Assembléia, o peso maior está exatamente na votação que o plenário fez em favor da organização da Convenção das Igrejas Evangélicas Batistas Independentes do Brasil. Na mesma cidade, catorze anos depois, a denominação passa a ser Convenção das Igrejas Batistas Independentes, por resolução plenária, em 1966.Quando da organização, o missionário fundador do trabalho no Brasil, Erik Jansson, fazia parte da primeira diretoria, tendo na presidência o pastor Pedro Falcão. Até então nosso campo limitava-se aos termos do Rio Grande do Sul, com exceção das igrejas pioneiras do Estado de São Paulo: Filadélfia de Água Rasa, desde 1949, Sorocaba, em 1951 e Jundiaí, cujo inicio se esboçava, tudo pela ação abençoada e corajosa dos missionários Alfredo Winderlich, John Waldemar Sjoberg e Olavo Berg. Jundiaí desde o inicio pôde contar com a cooperação da missionária Ester Danielsson. Fonte: http://www.ibivaires.org

